o texto inicia com a crítica aos senhores da mídia, que diante da crise reagem de forma errada e sem planejamento. Estes mesmo preferem evitar o novo, para ficar tudo como está, e continuarem com seu patamar. A mudança veio pra ficar, é a mudança da informação, ela está ali, disposta em canais, para ser absorvida. essa nova forma de comunicação surgiu, talvez, sem a pretensão de revolucionar a mídia. A Publicidade que acompanha os meios de comunicação e está sempre buscando tendências busca uma forma certa e rentável de anunciar nesse ambiente online. Numa análise rápida o autor do texto critica todas as tentativas da publicidade dentro da internet, e com razão, foram tentativas frustradas, que mais incomodam os internautas do que geram resultados. A internet sem dúvidas é um meio a ser explorado comercialmente, mas ainda não se achou a forma correta, o autor sugere que a publicidade tem que usar a informação, que não adianta apenas anunciar, tem que falar com o cliente, é a comunicação orientada a valor.
Concordo com o autor em deiversos aspectos, principalmente no que se trata sobre o “medo” que algumas pessoas tem das inovacoes que surgem (e muito rapidamente), fato este curtioso, ja que nossa sociedade tem como base o consumo. Somos diariamente conduzidos a consumir, somos mais felizes se consumimos.... e digo isto pois a inovacao e uma das principais ferramentas deste modelo de vida moderno, A enorme descarga de informacoes que recebmos tambem fazem parte deste ciclo, nossas mentes ja estao treinadas para selecionar somente aquilo que queremos ver, temos que abstrair algumas coisas. Aa atual crise ilsutra este cenario, tanto foi a emplogacao das pessoas em consumir, em comprar, recionalizando estes impulsos com uma ideia de realizacao de sonho que o mercado nao foi capaz de dar conta. A internet fez parte deste processo, surgiu, e em minha opiniao, maravilhosamente bem, nao so como uma midia tendo todos os recursos que inclusive o autor cita em seu texto, mas mais do que isso, como uma nova forma de comunicacao, de conhecimento, ate de auto- conhecimento. As marcas, empresas ou o setor que for (atualmente vimos ate um candidato a presidencia – Obama- usar a internet para promover sua campanha, e com sucesso) que usarem a internet como forma de aproximacao, conhecimento e relacionamento com seus clientes, com certeza estarao um passo a frente de suas concorrentes, e um passo mais perto de seus consumidores.
A comunicacao como conhecemos esta mudando e algumas pessoas nao querem abrir os olhos para isso. O autor diz que estamos sofrendo uma evolucao, muitas coisas novas estao surgindo mas algumas das grandes empresas nao querem mudar, com isso so tendem a perder, pois uma empresa nao conseguira continuar com o mesmo poder atual simplesmente se mantendo do mesmo jeito que esta hoje. Com a popularizacao da informacao, principalmente com a entrada da internet, as pessoas podem buscar as proprias informacoes de seu interesse e esclarecer duvidas que antes nao podiam ser tiradas, e tudo isso e algo muito simples de ser feito. Quanto a publicidade, ela tambem esta sujeita a mudar, como esta presente no texto, a publicidade na internet na sua grande maioria so serve para irritar o internauta e o fazer perder tempo, ninguem mais clica em banners e as pessoas tem horror a pop-ups. A forma de anuncio mais eficiente na internet ainda nao foi encontrada e talvez nem exista, mas uma maneira que funciona melhor do que ficar simplesmente fazendo banners e poluindo a navegabilidade do internauta e oferecer servicos que chamem a sua atancao, voce nao pode ficar bombardeando as pessoas, hoje em dia nao funciona mais assim, tem que encontrar alguma forma de as atrair.
a cada dia que se vai, o mundo muda mais um pouco e mais um pouco, logo , e como sempre foi, o mundo e de quem se adapta, nao e mais, agora o mundo e de quem ve e quase que preve, pois nao basta saber o que acontece, a publicidade tem que inovar, como forma de sobreviver, mas inovar com sobedoria, conciencia no que fazem. e tudo isso por que o mundo muda, e as pessoas que eram simplesmente 'controladas' pela midia de massa, agora tem muito mais acesso as informacoes, que sao muitas e cada vez mais, um bom exemplo e a wikipedia. contudo as pessoas ja nao sao mais tao acomodadas por que viram que se nao fizerem por si mesmas ninguem mais o fara. ou seja sao muito mais proativas do que antes. e quem nao souber lidar com isso vai ficar pra tras, com medo de tentar se adaptar, por achar que se falhar nao vai ter mais chances. so que o medo de falhar impede que se tente e ai mesmo que se falha. logo nao adianta se esconder, ou tentar esconder as coisas, se antes a mentira tinha perna curta, agora esse anao e menor que uma formiga, e a tendencia e que diminua ainda mais.
Acredito que a midia nao deve se preocupar com este meio digital, ao contrario, este meio veio para dar mais suporte e acrescentar como um consideravel plus nas estruturas tradicionais de midia.
Contudo falando destas estruturas tradicionais ainda acho que elas sao as verdadeiras formadoras de opiniao no Brasil por uma questao cultural.
A Tv aberta e um exemplo claro disso, temos um publico fiel a esta midia e em grande maioria que certamente supera a internet.
A tv brasileira e uma das melhores do mundo em qualidade, ela e minuciosamente planejada conforme horarios dos individuos em seu dia a dia, ela sabe que a tal hora existe um publico x naquele momento e um publico y em outro momento. Resumindo sabe se comunicar com seu s diferentes publicos muito bem. A Linguagem de midia e recepcao e muito bem trabalhada no nosso pais, em novelas, jornais, programas de entrevistas e educativos.
Ja a vantagem da internete consiste na interatividade e processamento das informacoes que desejamos de forma imediata se assim o desejarmos.
Eu particularmente nao lembro de alguem que fique 24h coloado na rede aguardando o resultado de um jogo de futebol ou aguardando o que esta acontecendo no IRAQ bem do outro lado do mundo.
Obs: para Jogos de Futebol na falta de tv temos a Radio, uma midia mais rapida.
Por outro lado, trantando-se de internet, vejo utilidade como exemplo para aquelas pessoas que gostam de investir o que tem em acoes e acompanhalas no seu Home-Broker por exemplo.
O fato e que nao tem certo ou errado, o fato e que elas sao perfeitamente inegradas, se complementam uma a outra se bem trabalhadas.
E possivelmete com a evolucao das coisas, comecaremos a depender muito da internet, pois talves os espacos fisicos das empresas se mudem fielmente para espacos virtuais por uma questao de economia e adaptacao a tempos dificeis se nao dominarmos e tivermos um estudo maior sobre esta midia.
Porem sem medos e preocupacoes, as pessoas assistem TV, e nao moram 24 horas em um mundo virtual, elas gostam de se relacionarem com outras e gostam de interagir de forma pessoal fora do plano virtual. E bom , e saudavel.
Luciana Puricelli. "Vivemos hoje uma época de transição. O poder migra hoje das empresas para as pessoas." Realmente se formos parar pra pensar nessa nova transição do poder de informação estaremos fazendo um raciocínio que quanto mais informações as pessoas têm, mais elas querem ser informadas. É importante perceber que o consumidor dita as novas regras do consumo e sue comportamento e estilo de vida cada vez mais é estudado pelas empresas que precisam entender seus targets e cada vez mais obter novos consumidores e fideliza-los.
É muito mais fácil fazer publicidade da maneira antiga, mas isto não quer dizer que seja a melhor forma de atrair as pessoas, em uma época onde a economia da atenção e a falta de tempo predominam. Já não notamos mais muitos produtos anunciados da velha maneira, por isto a necessidade de se investir no novo. O consumidor deve ser seduzido e a grande dificuldade de anunciar na internet é que ainda não se descobriu a melhor fomra de fazer propaganda neste meio. As agências insistem nos banners e outros formatos que intereferem e irritam o consumidor na busca daquilo que o interessa. Embora muitas pessoas defendam a publicidade na internet da forma como ela ainda é feita hoje, eu concordo com o autor do texto, de que é irritante e ineficaz anunciar desta forma, valendo muito mais a pena investir na diferenciaçåo e inovaçåo nos sites deste produtos, onde o consumidor interessado vai chegar, ao invés de apostar em formar de interferir a pesquisa dos que nåo eståo interessados no produto em um momento. A internet é um meio onde as pessoas buscam por aquilo que desejam ver, portanto nåo creio que seja uma mídia onde se pode querer chamar a atençåo de qualquer forma. O consumidor vai atrás do que quer e deve ter liberdade e tranquilidade para isso, depois sim, entra o ato de seduzir.
Os textos abordam questões importantes sobre a revolução da informação. Onde hoje se vê uma multiplicidade de formas de obter conteúdo, que não mais está sob domínio de veículos de massa, e sim das pessoas. A web e toda sua facilidade mudou a forma de comunicação, e dessa mudança ninguém escapa, nem mesmo os que se julgam imutáveis, pois informação hoje tem outra forma e as pessoas outras necessidades. Dentro desse contexto online existe a questão "mídia" que muitas vezes tem uma visão equivocada do que funciona e do que não funciona na web. De um lado o interessante, de outro o estraga prazeres, assim se divide a mídia na internet. Na verdade, antes de ser interessante, penso que as marcas, hoje mais do que nunca, devem ser transparentes, comunicar-se com seu público-alvo sem exageros, sem forçar uma aproximação, pois é este mesmo público que detém boa parte do poder de fazer de um produto ou serviço um sucesso ou fracasso.
Como texto critico ele se estende por vários tópicos que são de certa forma muito interessantes, porém, irei aqui tratar da parte, que a meu ver, seria a mais interessante, no caso, a publicidade.
De certa forma concordo com o autor, quando este fala que nós somos atacados por uma poluição de comerciais invisíveis que ninguém nem sequer sabe o que são, mas por que falar mal dos teimosos publicitário que tentam toda hora inventar algo novo para usar na internet. A mídia com melhor futuro entre todas, que cresce seu poder a cada dia que passa e simplesmente pretende ser a convergência de todas as mídias ficar sem propaganda? Por que não fazer o possível e impossível para tentar entrar com algo certeiro nesse barco?
O Futuro realmente é difícil de se prever para a publicidade e para todos os outros setores de serviços, mas todo o esforço para se manter atualizado e até um passo a frente é sempre bom para quem quer manter seu emprego. Só precisa se entender um pouco de hoje para poder tomar alguma atitude sobre o amanhã.
A partir do texto é possível acompanhar algumas idéias que ilustram em parte a situação atual, mostrando que estamos em constante transformação e que o que vemos hoje como a democratização da informação provém de um processo longo que a cada dia dá mais voz às identidades que se perdem e se formam em meio a tantos padrões.
Enquanto publicitários, este é o momento de entender de que forma pode-se fazer o melhor uso e, sim, por tentativa e erro encontrar as soluções mais adequadas ao cliente, não buscando apenas formatos ou soluções mágicas, mas entregando também o que o consumidor espera: informação, que embora esteja amplamente disseminada, é o produto de atenção hoje em dia.
Devemos considerar que nao apenas a internet possui uma necessidade de ser dinamica e com anuncios atrativos, e sim toda a comunicacao. A metamorfose na comunicacao chegou a todos os meios. Podemos pegar como exemplo a tv digital, onde poderemos montar a programacao exatamente como queremos.
Devemos considerar que mesmo em meios onde aparentemente nada mudou, as pessoas que consomem mudaram seu pensamento. Ao ler uma revista, por exemplo, pulamos diretamente para a pagina da materia que nos interessa, sem ao menos ler os titulos dos anuncios. Exceto quando estamos pre-dispostos a isso.
A solucao para essa evolucao na comunicacao e das midias como um todo eh pensar em formas atraentes de passar a mensagem. Os meios tradicionais vao com o tempo perder ainda mais a eficacia e tudo aquilo que for novo e interessante tera maior chance de dar um retorno para o cliente.
Nao basta mais estar presente em todos os lugares ou dizer o meu produto eh o melhor. Isso ajuda, mas nao eh tudo. A velha formula precisa de ajustes e quem for criativo e conseguir transofrmar essas mudancas em oportunidades de se mostrar, ira conseguir exito para passar sua mensagem publicitaria.
Acredito que ouve um engano muito grande de interpretação na primeira parte do texto, pois ali a disputa não era somente de egos, mas sim de dois pontos de vista distintos, en quanto Nizan defendia a contenção de inovação em momento de crise o Fabio argumentava que em momentos assim e que se deve inovar e saber usar a verba de maneira correta e criativa.
Junto vemos a nossa disposição a internet, um veiculo muito barato (de graça ate) que pode muito bem ser utilizado da maneira certa e acabar por aproximar muitos consumidores de marcas que antes não utilizavam de maneira certa, ou destinavam verba para outros meios e esqueciam que hoje a busca por informação esta basicamente on line.
O grande desafio da midia hoje é a conquista da atencao. Para o consumidor, esta tornando'se cada dia mais possivel a escolha do que ele irá assistir, que conteudo ele irºa acessar, que noticias ele quer ler. Com o advento da TV digital, estas escolhas estao tornando'se mais acessiveis e, em um futuro bem proximo, a atencao será o grande desafio dos publicitarios. Chegar até o consumidor e faze'lo entrar em contato com a sua mensagem publicitaria é o principal ponto das midias tradicionais e novas em um seculo cheio de mudancas. As tradicionais lutam para manter seu espaco entre o meio publicitario, já que o custo por anuncio torna'se cada vez mais elevado, assim como o numero de canais de comunicacao concorrente e a crescente aparicao de novas teclonogias. As midias mais recentes, como a intrnet, deparam'se com o preconceito ainda existente dos anunciantes que, preferem investir milhoes de vezes mais em uma midia tradicional que ainda lhes garante retorno, do que em uma midia alternativa, como uma acao de marketing de guerrilha, que irã lhe custar bem menos e poderã lhe proporcionar um resultado igual, maior ou, claro, pior. O que nao se quer é correr riscos. Mudar do certo para o duvidoso ainda atrasa a evolucao das novas midias que estao surgindo no mercado. A internet popularizou'se a pouco tempo, e houve quem resistisse a ela até alguns anos atras, assim como houve quem investisse na entao nova midia desde seus primordios. Quantos casos nao se sabe de dominios de sites que já foram registrados há anos? Como uma midia de mao dupla, a internet oferece inumeras possibilidades aos aunciantes que, só apos todos esses anos estao aprendendo a explora'los. O autor afirma nao acreditar em hotsites e derivados que empresas investem hoje em dia e que muitas vezes sao esquecidos na rede. Eu discordo. Acho que todo e qualquer canal de comunicao feito pela empresa dentro deste ambiente é valido, desde que seja mantida uma manutencao e uma forma de atrair o consumidor diariamente. Ao contrario do que o autor tambem afirma, acredito que ainda existem pessoas com tempo suficiente para surfar na internet e sao muitos desses surfistas que hoje abastecem blogs, orkuts, e outros canais de comunicacao. Ou seja, é de extrema importancia que sua empresa tenha um canal de comunicao direto com seu consumidor na internet, seja ele um hotsite, um site, blog, fotolog, perfil no orkut... o importante é estar lá, afinal com tanta tecnologia, produtor e consumidor jã se confundem e quem está recebendo sua mensagem agora, pode estar transferindo'a a outras milhares de pessoas em instantes. Acredito no crescimento das novas midias e na necessidade de reciclagem das midias tradicionais.
o texto critico fala sobre diverssos assuntos evolvendo a publicidade.
o mundo esta cada vez mais se inteirando com a forma de utilizar o meio de navegação e esta evolução que causou um granda BAM no mundo. A internet é tão incrivel que pode transformar o site ou blog que esta no underground e colocá-lo no mainstream da noite para o dia.
No texto fala sobre o wikipedia e lugares de pesquisa, acho que esses lugar não são fontes certas para a pessoa, se for para pesquisar algo sobre musica,banda e coisas mais POP o wikipedia é um ótima fonte de pesquisa.
A internerte é um meio que concerteza tem muito a crescer de forma que a publicidade possa ter um grande meio para que o navegador se interesse mais e de mais valor para seus anuncios valorizando este grande meio de comunicação.
Na verdade o que podemos esperar de profissionais que dependem do consumo para manter suas empresas, num momento critico da economia mundial onde temos o barril do petroleo baixando seu valor de barreiras proximas aos U$ 150 agora chegando proximo aos U$ 50, o que esperar quando vemos o caos financeiro que se instalou no mundo e principalmente nos EUA (nosso grande mestre) que provavelmente perderao o posto de nacao mais importante do mundo visto sua queda financeira e a ampliacao de poderio de nacoes como China, India e ate mesmo o Brasil. O que ocorre nesse momento eh que nenhum consumidor eh bobo o bastante para apenas acreditar no comercial da marca que passa no intervalo da novela das 20h na Globo. Jah foi o tempo em que usar essa ferramenta era certeza de sucesso, Hoje com o crescimento da utilizacao da internet pelos mais variados publicos devemos ter cada vez mais atencao para o que nossos consumidores querem, mas eles nao nos dirao diretamente, mas em comentarios em seus blogs preferidos, nos scraps para amigos,... A internet e sua utilizacao atual vieram para otimizar a economia globalizada e a publicidade do seculo XXi, mas ainda temos muito para aprender dela, com ela e nela.
As antigas formas de concentração e distribuição homeopáticamente calculadas de informação estão ruindo. Curiosamente, os magnatas da comunicação não apregoam essa nova realidade por aí, pelo contrário, desencorajam o investimento no novo. Talvez por interesse, talvez para guardar só para si os louros dessa nova organização. Saber eles sabem, vamos combinar.
Só que não adianta concentrar mais. Os valores se inverteram, escassez deixou de ser valor, passou a ser escassez mesmo. Quanto maior o compartilhamento maior o interesse, maior a participação espontânea, maior o boca-a-boca (dentro e fora da rede). O boca-a-boca é a melhor definição de publicidade baseada na qualidade do conteúdo/produto. Se vende sozinho, por gosto.
Concordo ainda mais fortemente com o Luli na questão da inexploração desse novo terreno. Está ruim? Ótimo, tem muito para melhorar, muita gente querendo que melhore e muita gente disposta a fazer isso. É uma reação em cadeia, efeito dominó, que seja...
Um componente tão importante na comunicação não tem como passar em branco pela publicidade. Na verdade não vai passar em branco, vai soterrar quem não estiver preparado. Essa transição vai ser a prova de fogo para a publicidade.
Já ouvi um figurão da publicidade falar que essa é a geração sanduíche, entre duas grandes coisas, o modo antigo e o modo novo. É só mais uma visão absolutista, pois nossa geração é a primeira a se dar conta deque esse sanduíche nunca vai estar pronto. Ou não!
De fato não é de ontem que mudanças acontecem e me impressiona que personalidades da publicidade, consagrados pelo talento, discutam algo óbvio. Recusar o novo é provar que há medo e incerteza de ser capaz, por exemplo, marca que não inova e que não se preocupa com o que está por vir é marca condenada ao esquecimento. Questão de aceitar e aprender a ser pró-ativo para sobreviver.
*
Acredito que realmente a publicidade na internet ainda não está sendo utilizada de forma coerente, muito pouco se sabe ainda de todas as suas possibilidades (de novo mudanças). É uma mídia "nova", interativa, e que pode ser muito bem aproveitada mas que agora causa incomodações. Concordo que ela perturba e irrita, os odiosos elementos piscantes e os que aparecem de repente são chatos sim, mas querendo ou não ele cumpriu a função dele, por bem ou por mal você viu e reparou. Quanto a SP, achei válida a lei que acabou com a mídia exterior, estou detonando a minha profissão? Ok, mas há limite para tudo. A publicidade está sempre tomando proporções absurdas e se apropriando de algo que não é delas, ex: os espaços públicos (não tenho simpatia por qualquer mídia exterior, de qualquer tipo). Agora, no caso de SP, é tempo buscar alternativas, saber lidar com a NOVA condição. Sobre a internet, é aprender a explorar as possibilidades sem pertubações, sem detonar a imagem do que seja lá o que estiverem anunciando. Aprender a dominar a ferramenta nova com bom senso. Falta muito na publicidade o momento de saber parar, principalmente de parar de invadir. Bom senso não é vocabulário em publicidade.
*
Mais informação, maior a perda de identidade. E na proporção em que voa o nível de informação, creio que não sejamos mais quem somos daqui a 5 minutos. E claro isto já acontece a tempos, pessoas fakes aparecendo como desejariam que fossem e a amaioria delas baseadas em esteriótipos da sociedade. A realidade agora é a virtual, pessoas já vivem mergulhadas nela, e tirar o computador (e quaisquer outras coisas que já possuem internet) de uma pessoa dessas é sinônimo de morte. Estamos todos dependentes.
A mídia é, para mim, um monstro que criamos e hoje vemos o que ela se tornou. Todos sabemos o que ela faz e nada podemos fazer para impedir, a princípio. Tarde demais? Talvez. Educamos mal esse monstrinho para ajudar nos desejos (egoístas) do homem, inicialmente, agora ela nos cega, comanda e devora a cada dia.
Hã um constantee questionamento nos dias de hoje de onde e quando as crise foram originadas. Na maioria das vezes, a população está tão entretida e com foco de atenção em somente um assunto, que não veem as crises serem originadas em baixo de seus olhos. Na atualidade, o único ponto de atenção do mundo é a crise economica que estamos vivemos. Por outro lado, são pouco que estao cientes da revoluçao da informação que estamos vivendo. No mundo atual, as midias tradicionais já se tornaram obsoletas a informação já não pertence mais ao grande veículos de comunicação. Ao mesmo tempo, as agencias de comunicação parecem não ter se adaptado a esta realidade. A internet se caracteriza como um meio totalmente mal explorado pelos publicitários, e muitas vezes acaba por desempenhar a função oposta a qual se propõe: acaba por repelir o consumidor e gerar uma imagem negativa da marca. As empresas de comunicação precisam entender a grandiosidade deste meio, que pode promover uma interatividade em tempo real e atingir um número muito alto de pessoas em todos os lugares do mundo. Porém, enquanto continuarmos a confunfir o papel do comunicador com a do receptor, esta ferramenta poderosa continuará sendo sub utilizada. As agencias devem se prepar, desenvolver e criar o papel da mídia nos tempos atuais. Não podemos deixar a crise bater na porta para começarmos uma mudança. Ela já existe! Não enxerga quem não quer!
okAcredito que a midia deve sim se preocupar com os novos meios de comunicacao. Nao de forma a repudia-la ou lutar contra, mas aprender a se comportar e de se expressar de acordo com as ancias do usuario de web, afinal, e na web que o usuario, telespectador, ouvindo, pessoas, realmente buscam o que querem saber. Midias velhas? Para mim internet e uma midia velha. O que dizer entao da televisao com seus telejornais teleprompter e maquiagem ou telenovelas com modelos e copacabana? A propria televisao digital, anunciada na mesma como a grande revolucao, ainda e televisao. A publicidade parece estar trilhando o mesmo rumo, ignorando ou nao se esforcando o suficiente para suprir uma demanda que quer informacao, quer contato com empresas e quer consumir, mas ainda nao sabe bem como quer. Apenas sabe o que nao quer. Nao e por acaso que as novas midias como Twitter, Joost, Youtube e Args tem feito tanto sucesso. Portanto, como principal ponto do texto, tem-se o encoragemento por uso de novos meios para comunicar um conteudo relevante para o usario, ou, menos radical, simplesmente fornecer aquilo que pode-se conseguir em um outro site ou rede social.
Estamos num momento que nao sabemos muito bem para aonde olhar. No meio de tantas informacoes que recebemos diariamente, sao poucas que tornam-se relevantes para nossa memoria. E um verdadeiro fogo cruzado. Se tempos atras ja era dificil compreender a mente do consumidor, hoje e quase impossivel prever o proximo passo do consumidor.
As ferramentas publicitarias evoluiram e multiplicaram-se, bem como os consumidores. O mesmo nao gosta de ser incomodado, em meio tantos “olhos” bionicos, ele sente-se invadido (big brother brasil de cada dia…). Gracas estas ferramentas os consumidores aprenderam a ir atras dos produtos, tornaram-se independentes do “bom dia” falso de um vendedor mal-humorado. Talvez por isso eles se sintam melhor fazendo compras no conforto de sua casa a pegar filas nas lojas de um barra shopping recem inaugurado. Entender o consumido e a grande questao: ele nao gosta de ser incomodado.
Muitos podem achar que este e um pessimo momento para a publicidade, mas na minha opiniao este e o melhor momente. E o momento onde acreditar e investir no novo e a grande solucao. As ferramentas 2.0 sao inumeras e o seu uso tambem, desta forma e possivel atingir o consumidor de diferentes maneiras, porem o diferencial sera (sempre foi ) o conteudo.
Foi descoberta uma ferramenta de homo sapiens: uma pedra esculpida em forma de ponta para caçar. Depois, foi encontrada outra ferramenta de homo sapiens, datada de dez mil anos depois da anterior, exatamente igual, em forma de ponta para caçar. Isso nos mostra que em dez mil anos, os homo sapiens não evoluíram suas ferramentas. Quando traçamos um paralelo para o mundo atual, podemos perceber que em 5 anos, todas as nossas ferrramentas, independente de qual for, mudam completamente. Pode ser uma ferramenta para buscar informações, para trabalhar, para criar, etc.
Isso nos mostra o quanto o mundo moderno está veloz, o quanto as coisas estão mudando em uma velocidade que é impossível de acompanhar. Isso cria uma ilusão e uma sensação de perda, pois parece que nuca ocnsgeuimos consumir tudo que gostaríamos.
Além disso, cria desavenças múltiplas. Pois cada pessoa observa esta evolução tecnológica de maneira pessoal e tenta fazer suas previsões. O que muitas vezes pode divergir de outras, gerando discussões como a do Fábio Fernandes e a do Nizan Guanaes, e mais, criando uma insegurança generalizada a respeito do futuro da comunicação, das ferramentas tecnológicas e mais especificamente da nossa profissão de publicitários.
O texto "Porque a midia deve se preocupar?" traz inumeras ideias acerca das mudanças profundas que a internet (especialmente a web 2.0) estå ocasionando na mîdia e na sociedade como um todo. Sendo ela também um meio de comunicaçao, porém aberto a todos e qualquer tipo de publicaçao, a abundancia de informaçao esta transformando profundamente a questao de acesso a informaçao, antes dominada exclusivamente pela midia de massa como radio, TV, etc. Hoje, a informaçao estå aberta para quem se interessar na internet e isso promete uma profunda transformacao dos tempos em que vivemos em diante. Isto tambem traz repercussoes na propaganda. Este novo contexto, esta 'revoluçao' na maneira de propagaçao da informaçao faz com que as empresas estejam expostas para que todos possam comentå-las, seja para o bem ou para o mal, e mostra que hoje, os principais veiculos para propagar produtos e serviços sao as proprias ferramentas da web 2.0 (orkut, twitter, facebook, myspace, entre outros) que sao espacos de dissemunacao e de formacao de opiniao. Nao atraves de anuncios publicitarios, mas sim atraves de pessoas comunicando a pessoas. Todas essas mudanças terå (e jå estao tendo) produndos reflexos na sociedade contemporanea.
Nas 4 partes do texto de Luli Radfahrer o centro da atenção são as Revoluções. Revoluções sociais, revolução na forma como a informação é encarada e levada ao público, revolução na produção e disseminação da informação e de como isso acaba influenciando o comportamento, o pensamento e a percepção do novo cidadão dos tempos atuais. De como as mudanças que estão sendo propiciadas pela internet e pelo consumer generated midia vão influenciar na economia e nas atividades relacionadas a comunicação social e de como a mídia de massa passará a perder espaço devido a falta de pertinência e seu caráter invasivo. Hoje o conhecimento e a informação estão a um clique de distância, a internet dá ao seu usuário a possibilidade de saber a outra verdade, ao contrário da mídia de massa que passa a sua versão sem que possamos ter direito ao contraditório. O poder está migrando das grandes corporações tanto públicas quanto privadas, para as pessoas. A internet é uma ferramenta democratica e que dá a audiência a possibilidade de escolher a sua própria progamação a cada clique, num piscar de olhos. Justamente por isso que o modelo comercial ideal a ser usado na internet ainda não existe, já foram tentadas várias formas, banners, pop –up´s mas foram apenas re- edições em forma digital de velhas fórmulas. A palavra chave para a internet é a mesma para qualquer outra mídia, PERTINÊNCIA. Saber com quem está falando se o que está falando é pertinente para a audiência. Com a democratização da informação pela internet, muitas vezes a informação vira desinformação. O número de Blogs e wikis cresce exponencialmente mas a credibilidade é uma qualidade de poucos. Mas como o próprio autor defende, como o conteúdo dessas ferramentas ainda é um pouco imaturo, isso mesmo pode acabar se tornando uma oportunidade, para quem pessoas entrem nesse mundo virtual e façam a diferença.
A quantidade de informação é tanta que se deve começar a procurar outras maneiras de transmiti-la, pois tudo que encontramos agora não possui nada de diferente ou interessante, no fim é tudo mesmice, mas ao mesmo tempo a internet ainda continua sendo uma grande novidade não sendo totalmente utilizada tanto pelos anunciantes como pelos internautas. O autor também chama atenção ao falar das formas com que os anunciantes tentam chamar a atenção destes consumidores produzindo não a curiosidade e o prazer nos internautas, e sim gerando nos sentimentos de que estão sendo forçados a clicar em banners e a ver sites que aparecem em frente a seus olhos sem sua permissão fazendo com que percam seu tempo, hoje em dia precioso. Como o autor diz há outras maneiras para chamar a atenção destes consumidores, “São tantas as possibilidades que nem sei por onde começar. Nenhuma delas afasta os consumidores. Além de serem simpáticas, essas ações mostram a importância do produto comercializado e chamam a atenção para ele. É comunicação orientada a valor, uma prática que pode ser reproduzida em qualquer indústria”. Para finalizar, Luli deixa a discussão em aberto reforçando tudo que foi dito e que “ainda há espaço para entrar e fazer a diferença”, nas mídias sociais, que como ele, muitos dizem que são amadoras e de certa forma ruins por ainda não terem achado o caminho certo para a perfeição.
O atual momento em que vivemos, de inquietudes e incertezas, tem sua origem nas transições rápidas e profundas na maneira de nos comunicarmos. Com a evolução da tecnologia, que possibilita acesso rápido e fácil à internet, os problemas passam a ser compartilhados e respondidos, os conteúdos/informações difundidos por todos, tudo parece mais próximo, enfim, é imensurável a proporção que a Comunicação Digital pode tomar num futuro não tão distante no cotidiano das pessoas. As empresas/marcas que não abrirem os olhos para este fato, principalmente às emergentes redes sociais, que proporcionam interação e identificação entre os públicos, e, principalmente, influência no poder de compra, ficarão para trás. Pois, as oportunidades de comunicação eficaz estão, principalmente, no relacionamento espontâneo e na liberdade de expressão. A publicidade online precisa entender isto e ser ainda mais criativa, para se sobressair em meio a tanto conteúdo inútil e não apenas saber, mas conhecer quem realmente tem interesse em ouvir. Estratégias mercadológicas neste ambiente são inúmeras e este é um momento para entender o poder da Comunicação Digital, sabendo ousar.
26 comentários:
o texto inicia com a crítica aos senhores da mídia, que diante da crise reagem de forma errada e sem planejamento. Estes mesmo preferem evitar o novo, para ficar tudo como está, e continuarem com seu patamar.
A mudança veio pra ficar, é a mudança da informação, ela está ali, disposta em canais, para ser absorvida. essa nova forma de comunicação surgiu, talvez, sem a pretensão de revolucionar a mídia.
A Publicidade que acompanha os meios de comunicação e está sempre buscando tendências busca uma forma certa e rentável de anunciar nesse ambiente online. Numa análise rápida o autor do texto critica todas as tentativas da publicidade dentro da internet, e com razão, foram tentativas frustradas, que mais incomodam os internautas do que geram resultados. A internet sem dúvidas é um meio a ser explorado comercialmente, mas ainda não se achou a forma correta, o autor sugere que a publicidade tem que usar a informação, que não adianta apenas anunciar, tem que falar com o cliente, é a comunicação orientada a valor.
Emerson Luis dos Santos
Concordo com o autor em deiversos aspectos, principalmente no que se trata sobre o “medo” que algumas pessoas tem das inovacoes que surgem (e muito rapidamente), fato este curtioso, ja que nossa sociedade tem como base o consumo. Somos diariamente conduzidos a consumir, somos mais felizes se consumimos.... e digo isto pois a inovacao e uma das principais ferramentas deste modelo de vida moderno,
A enorme descarga de informacoes que recebmos tambem fazem parte deste ciclo, nossas mentes ja estao treinadas para selecionar somente aquilo que queremos ver, temos que abstrair algumas coisas. Aa atual crise ilsutra este cenario, tanto foi a emplogacao das pessoas em consumir, em comprar, recionalizando estes impulsos com uma ideia de realizacao de sonho que o mercado nao foi capaz de dar conta.
A internet fez parte deste processo, surgiu, e em minha opiniao, maravilhosamente bem, nao so como uma midia tendo todos os recursos que inclusive o autor cita em seu texto, mas mais do que isso, como uma nova forma de comunicacao, de conhecimento, ate de auto- conhecimento. As marcas, empresas ou o setor que for (atualmente vimos ate um candidato a presidencia – Obama- usar a internet para promover sua campanha, e com sucesso) que usarem a internet como forma de aproximacao, conhecimento e relacionamento com seus clientes, com certeza estarao um passo a frente de suas concorrentes, e um passo mais perto de seus consumidores.
A comunicacao como conhecemos esta mudando e algumas pessoas nao querem abrir os olhos para isso. O autor diz que estamos sofrendo uma evolucao, muitas coisas novas estao surgindo mas algumas das grandes empresas nao querem mudar, com isso so tendem a perder, pois uma empresa nao conseguira continuar com o mesmo poder atual simplesmente se mantendo do mesmo jeito que esta hoje.
Com a popularizacao da informacao, principalmente com a entrada da internet, as pessoas podem buscar as proprias informacoes de seu interesse e esclarecer duvidas que antes nao podiam ser tiradas, e tudo isso e algo muito simples de ser feito.
Quanto a publicidade, ela tambem esta sujeita a mudar, como esta presente no texto, a publicidade na internet na sua grande maioria so serve para irritar o internauta e o fazer perder tempo, ninguem mais clica em banners e as pessoas tem horror a pop-ups. A forma de anuncio mais eficiente na internet ainda nao foi encontrada e talvez nem exista, mas uma maneira que funciona melhor do que ficar simplesmente fazendo banners e poluindo a navegabilidade do internauta e oferecer servicos que chamem a sua atancao, voce nao pode ficar bombardeando as pessoas, hoje em dia nao funciona mais assim, tem que encontrar alguma forma de as atrair.
a cada dia que se vai, o mundo muda mais um pouco e mais um pouco, logo , e como sempre foi, o mundo e de quem se adapta, nao e mais, agora o mundo e de quem ve e quase que preve, pois nao basta saber o que acontece, a publicidade tem que inovar, como forma de sobreviver, mas inovar com sobedoria, conciencia no que fazem.
e tudo isso por que o mundo muda, e as pessoas que eram simplesmente 'controladas' pela midia de massa, agora tem muito mais acesso as informacoes, que sao muitas e cada vez mais, um bom exemplo e a wikipedia.
contudo as pessoas ja nao sao mais tao acomodadas por que viram que se nao fizerem por si mesmas ninguem mais o fara. ou seja sao muito mais proativas do que antes.
e quem nao souber lidar com isso vai ficar pra tras, com medo de tentar se adaptar, por achar que se falhar nao vai ter mais chances. so que o medo de falhar impede que se tente e ai mesmo que se falha.
logo nao adianta se esconder, ou tentar esconder as coisas, se antes a mentira tinha perna curta, agora esse anao e menor que uma formiga, e a tendencia e que diminua ainda mais.
Acredito que a midia nao deve se preocupar com este meio digital, ao contrario, este meio veio para dar mais suporte e acrescentar como um consideravel plus nas estruturas tradicionais de midia.
Contudo falando destas estruturas tradicionais ainda acho que elas sao as verdadeiras formadoras de opiniao no Brasil por uma questao cultural.
A Tv aberta e um exemplo claro disso, temos um publico fiel a esta midia e em grande maioria que certamente supera a internet.
A tv brasileira e uma das melhores do mundo em qualidade, ela e minuciosamente planejada conforme horarios dos individuos em seu dia a dia, ela sabe que a tal hora existe um publico x naquele momento e um publico y em outro momento. Resumindo sabe se comunicar com seu s diferentes publicos muito bem. A Linguagem de midia e recepcao e muito bem trabalhada no nosso pais, em novelas, jornais, programas de entrevistas e educativos.
Ja a vantagem da internete consiste na interatividade e processamento das informacoes que desejamos de forma imediata se assim o desejarmos.
Eu particularmente nao lembro de alguem que fique 24h coloado na rede aguardando o resultado de um jogo de futebol ou aguardando o que esta acontecendo no IRAQ bem do outro lado do mundo.
Obs: para Jogos de Futebol na falta de tv temos a Radio, uma midia mais rapida.
Por outro lado, trantando-se de internet, vejo utilidade como exemplo para aquelas pessoas que gostam de investir o que tem em acoes e acompanhalas no seu Home-Broker por exemplo.
O fato e que nao tem certo ou errado, o fato e que elas sao perfeitamente inegradas, se complementam uma a outra se bem trabalhadas.
E possivelmete com a evolucao das coisas, comecaremos a depender muito da internet, pois talves os espacos fisicos das empresas se mudem fielmente para espacos virtuais por uma questao de economia e adaptacao a tempos dificeis se nao dominarmos e tivermos um estudo maior sobre esta midia.
Porem sem medos e preocupacoes, as pessoas assistem TV, e nao moram 24 horas em um mundo virtual, elas gostam de se relacionarem com outras e gostam de interagir de forma pessoal fora do plano virtual. E bom , e saudavel.
Joao Alexandre Goulart
Luciana Puricelli.
"Vivemos hoje uma época de transição. O poder migra hoje das empresas para as pessoas."
Realmente se formos parar pra pensar nessa nova transição do poder de informação estaremos fazendo um raciocínio que quanto mais informações as pessoas têm, mais elas querem ser informadas.
É importante perceber que o consumidor dita as novas regras do consumo e sue comportamento e estilo de vida cada vez mais é estudado pelas empresas que precisam entender seus targets e cada vez mais obter novos consumidores e fideliza-los.
É muito mais fácil fazer publicidade da maneira antiga, mas isto não quer dizer que seja a melhor forma de atrair as pessoas, em uma época onde a economia da atenção e a falta de tempo predominam. Já não notamos mais muitos produtos anunciados da velha maneira, por isto a necessidade de se investir no novo.
O consumidor deve ser seduzido e a grande dificuldade de anunciar na internet é que ainda não se descobriu a melhor fomra de fazer propaganda neste meio. As agências insistem nos banners e outros formatos que intereferem e irritam o consumidor na busca daquilo que o interessa.
Embora muitas pessoas defendam a publicidade na internet da forma como ela ainda é feita hoje, eu concordo com o autor do texto, de que é irritante e ineficaz anunciar desta forma, valendo muito mais a pena investir na diferenciaçåo e inovaçåo nos sites deste produtos, onde o consumidor interessado vai chegar, ao invés de apostar em formar de interferir a pesquisa dos que nåo eståo interessados no produto em um momento.
A internet é um meio onde as pessoas buscam por aquilo que desejam ver, portanto nåo creio que seja uma mídia onde se pode querer chamar a atençåo de qualquer forma.
O consumidor vai atrás do que quer e deve ter liberdade e tranquilidade para isso, depois sim, entra o ato de seduzir.
Os textos abordam questões importantes sobre a revolução da informação.
Onde hoje se vê uma multiplicidade de formas de obter conteúdo, que não mais está sob domínio de veículos de massa, e sim das pessoas. A web e toda sua facilidade mudou a forma de comunicação, e dessa mudança ninguém escapa, nem mesmo os que se julgam imutáveis, pois informação hoje tem outra forma e as pessoas outras necessidades. Dentro desse contexto online existe a questão "mídia" que muitas vezes tem uma visão equivocada do que funciona e do que não funciona na web. De um lado o interessante, de outro o estraga prazeres, assim se divide a mídia na internet. Na verdade, antes de ser interessante, penso que as marcas, hoje mais do que nunca, devem ser transparentes, comunicar-se com seu público-alvo sem exageros, sem forçar uma aproximação, pois é este mesmo público que detém boa parte do poder de fazer de um produto ou serviço um sucesso ou fracasso.
Como texto critico ele se estende por vários tópicos que são de certa forma muito interessantes, porém, irei aqui tratar da parte, que a meu ver, seria a mais interessante, no caso, a publicidade.
De certa forma concordo com o autor, quando este fala que nós somos atacados por uma poluição de comerciais invisíveis que ninguém nem sequer sabe o que são, mas por que falar mal dos teimosos publicitário que tentam toda hora inventar algo novo para usar na internet. A mídia com melhor futuro entre todas, que cresce seu poder a cada dia que passa e simplesmente pretende ser a convergência de todas as mídias ficar sem propaganda? Por que não fazer o possível e impossível para tentar entrar com algo certeiro nesse barco?
O Futuro realmente é difícil de se prever para a publicidade e para todos os outros setores de serviços, mas todo o esforço para se manter atualizado e até um passo a frente é sempre bom para quem quer manter seu emprego. Só precisa se entender um pouco de hoje para poder tomar alguma atitude sobre o amanhã.
A partir do texto é possível acompanhar algumas idéias que ilustram em parte a situação atual, mostrando que estamos em constante transformação e que o que vemos hoje como a democratização da informação provém de um processo longo que a cada dia dá mais voz às identidades que se perdem e se formam em meio a tantos padrões.
Enquanto publicitários, este é o momento de entender de que forma pode-se fazer o melhor uso e, sim, por tentativa e erro encontrar as soluções mais adequadas ao cliente, não buscando apenas formatos ou soluções mágicas, mas entregando também o que o consumidor espera: informação, que embora esteja amplamente disseminada, é o produto de atenção hoje em dia.
Merilis Rusch
Devemos considerar que nao apenas a internet possui uma necessidade de ser dinamica e com anuncios atrativos, e sim toda a comunicacao. A metamorfose na comunicacao chegou a todos os meios. Podemos pegar como exemplo a tv digital, onde poderemos montar a programacao exatamente como queremos.
Devemos considerar que mesmo em meios onde aparentemente nada mudou, as pessoas que consomem mudaram seu pensamento. Ao ler uma revista, por exemplo, pulamos diretamente para a pagina da materia que nos interessa, sem ao menos ler os titulos dos anuncios. Exceto quando estamos pre-dispostos a isso.
A solucao para essa evolucao na comunicacao e das midias como um todo eh pensar em formas atraentes de passar a mensagem. Os meios tradicionais vao com o tempo perder ainda mais a eficacia e tudo aquilo que for novo e interessante tera maior chance de dar um retorno para o cliente.
Nao basta mais estar presente em todos os lugares ou dizer o meu produto eh o melhor. Isso ajuda, mas nao eh tudo. A velha formula precisa de ajustes e quem for criativo e conseguir transofrmar essas mudancas em oportunidades de se mostrar, ira conseguir exito para passar sua mensagem publicitaria.
Augusto Tripoli Gaelzer
Acredito que ouve um engano muito grande de interpretação na primeira parte do texto, pois ali a disputa não era somente de egos, mas sim de dois pontos de vista distintos, en quanto Nizan defendia a contenção de inovação em momento de crise o Fabio argumentava que em momentos assim e que se deve inovar e saber usar a verba de maneira correta e criativa.
Junto vemos a nossa disposição a internet, um veiculo muito barato (de graça ate) que pode muito bem ser utilizado da maneira certa e acabar por aproximar muitos consumidores de marcas que antes não utilizavam de maneira certa, ou destinavam verba para outros meios e esqueciam que hoje a busca por informação esta basicamente on line.
O grande desafio da midia hoje é a conquista da atencao. Para o consumidor, esta tornando'se cada dia mais possivel a escolha do que ele irá assistir, que conteudo ele irºa acessar, que noticias ele quer ler. Com o advento da TV digital, estas escolhas estao tornando'se mais acessiveis e, em um futuro bem proximo, a atencao será o grande desafio dos publicitarios. Chegar até o consumidor e faze'lo entrar em contato com a sua mensagem publicitaria é o principal ponto das midias tradicionais e novas em um seculo cheio de mudancas. As tradicionais lutam para manter seu espaco entre o meio publicitario, já que o custo por anuncio torna'se cada vez mais elevado, assim como o numero de canais de comunicacao concorrente e a crescente aparicao de novas teclonogias. As midias mais recentes, como a intrnet, deparam'se com o preconceito ainda existente dos anunciantes que, preferem investir milhoes de vezes mais em uma midia tradicional que ainda lhes garante retorno, do que em uma midia alternativa, como uma acao de marketing de guerrilha, que irã lhe custar bem menos e poderã lhe proporcionar um resultado igual, maior ou, claro, pior.
O que nao se quer é correr riscos. Mudar do certo para o duvidoso ainda atrasa a evolucao das novas midias que estao surgindo no mercado. A internet popularizou'se a pouco tempo, e houve quem resistisse a ela até alguns anos atras, assim como houve quem investisse na entao nova midia desde seus primordios. Quantos casos nao se sabe de dominios de sites que já foram registrados há anos? Como uma midia de mao dupla, a internet oferece inumeras possibilidades aos aunciantes que, só apos todos esses anos estao aprendendo a explora'los. O autor afirma nao acreditar em hotsites e derivados que empresas investem hoje em dia e que muitas vezes sao esquecidos na rede. Eu discordo. Acho que todo e qualquer canal de comunicao feito pela empresa dentro deste ambiente é valido, desde que seja mantida uma manutencao e uma forma de atrair o consumidor diariamente. Ao contrario do que o autor tambem afirma, acredito que ainda existem pessoas com tempo suficiente para surfar na internet e sao muitos desses surfistas que hoje abastecem blogs, orkuts, e outros canais de comunicacao. Ou seja, é de extrema importancia que sua empresa tenha um canal de comunicao direto com seu consumidor na internet, seja ele um hotsite, um site, blog, fotolog, perfil no orkut... o importante é estar lá, afinal com tanta tecnologia, produtor e consumidor jã se confundem e quem está recebendo sua mensagem agora, pode estar transferindo'a a outras milhares de pessoas em instantes.
Acredito no crescimento das novas midias e na necessidade de reciclagem das midias tradicionais.
o texto critico fala sobre diverssos assuntos evolvendo a publicidade.
o mundo esta cada vez mais se inteirando com a forma de utilizar o meio de navegação e esta evolução que causou um granda BAM no mundo.
A internet é tão incrivel que pode transformar o site ou blog que esta no underground e colocá-lo no mainstream da noite para o dia.
No texto fala sobre o wikipedia e lugares de pesquisa, acho que esses lugar não são fontes certas para a pessoa, se for para pesquisar algo sobre musica,banda e coisas mais POP o wikipedia é um ótima fonte de pesquisa.
A internerte é um meio que concerteza tem muito a crescer de forma que a publicidade possa ter um grande meio para que o navegador se interesse mais e de mais valor para seus anuncios valorizando este grande meio de comunicação.
Na verdade o que podemos esperar de profissionais que dependem do consumo para manter suas empresas, num momento critico da economia mundial onde temos o barril do petroleo baixando seu valor de barreiras proximas aos U$ 150 agora chegando proximo aos U$ 50, o que esperar quando vemos o caos financeiro que se instalou no mundo e principalmente nos EUA (nosso grande mestre) que provavelmente perderao o posto de nacao mais importante do mundo visto sua queda financeira e a ampliacao de poderio de nacoes como China, India e ate mesmo o Brasil.
O que ocorre nesse momento eh que nenhum consumidor eh bobo o bastante para apenas acreditar no comercial da marca que passa no intervalo da novela das 20h na Globo. Jah foi o tempo em que usar essa ferramenta era certeza de sucesso, Hoje com o crescimento da utilizacao da internet pelos mais variados publicos devemos ter cada vez mais atencao para o que nossos consumidores querem, mas eles nao nos dirao diretamente, mas em comentarios em seus blogs preferidos, nos scraps para amigos,...
A internet e sua utilizacao atual vieram para otimizar a economia globalizada e a publicidade do seculo XXi, mas ainda temos muito para aprender dela, com ela e nela.
As antigas formas de concentração e distribuição homeopáticamente calculadas de informação estão ruindo. Curiosamente, os magnatas da comunicação não apregoam essa nova realidade por aí, pelo contrário, desencorajam o investimento no novo. Talvez por interesse, talvez para guardar só para si os louros dessa nova organização. Saber eles sabem, vamos combinar.
Só que não adianta concentrar mais. Os valores se inverteram, escassez deixou de ser valor, passou a ser escassez mesmo. Quanto maior o compartilhamento maior o interesse, maior a participação espontânea, maior o boca-a-boca (dentro e fora da rede). O boca-a-boca é a melhor definição de publicidade baseada na qualidade do conteúdo/produto. Se vende sozinho, por gosto.
Concordo ainda mais fortemente com o Luli na questão da inexploração desse novo terreno. Está ruim? Ótimo, tem muito para melhorar, muita gente querendo que melhore e muita gente disposta a fazer isso. É uma reação em cadeia, efeito dominó, que seja...
Um componente tão importante na comunicação não tem como passar em branco pela publicidade. Na verdade não vai passar em branco, vai soterrar quem não estiver preparado. Essa transição vai ser a prova de fogo para a publicidade.
Já ouvi um figurão da publicidade falar que essa é a geração sanduíche, entre duas grandes coisas, o modo antigo e o modo novo. É só mais uma visão absolutista, pois nossa geração é a primeira a se dar conta deque esse sanduíche nunca vai estar pronto. Ou não!
Meu blog -> www.nascavernas.blogspot.com
De fato não é de ontem que mudanças acontecem e me impressiona que personalidades da publicidade, consagrados pelo talento, discutam algo óbvio. Recusar o novo é provar que há medo e incerteza de ser capaz, por exemplo, marca que não inova e que não se preocupa com o que está por vir é marca condenada ao esquecimento. Questão de aceitar e aprender a ser pró-ativo para sobreviver.
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Acredito que realmente a publicidade na internet ainda não está sendo utilizada de forma coerente, muito pouco se sabe ainda de todas as suas possibilidades (de novo mudanças). É uma mídia "nova", interativa, e que pode ser muito bem aproveitada mas que agora causa incomodações. Concordo que ela perturba e irrita, os odiosos elementos piscantes e os que aparecem de repente são chatos sim, mas querendo ou não ele cumpriu a função dele, por bem ou por mal você viu e reparou. Quanto a SP, achei válida a lei que acabou com a mídia exterior, estou detonando a minha profissão? Ok, mas há limite para tudo. A publicidade está sempre tomando proporções absurdas e se apropriando de algo que não é delas, ex: os espaços públicos (não tenho simpatia por qualquer mídia exterior, de qualquer tipo). Agora, no caso de SP, é tempo buscar alternativas, saber lidar com a NOVA condição. Sobre a internet, é aprender a explorar as possibilidades sem pertubações, sem detonar a imagem do que seja lá o que estiverem anunciando. Aprender a dominar a ferramenta nova com bom senso. Falta muito na publicidade o momento de saber parar, principalmente de parar de invadir. Bom senso não é vocabulário em publicidade.
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Mais informação, maior a perda de identidade. E na proporção em que voa o nível de informação, creio que não sejamos mais quem somos daqui a 5 minutos. E claro isto já acontece a tempos, pessoas fakes aparecendo como desejariam que fossem e a amaioria delas baseadas em esteriótipos da sociedade. A realidade agora é a virtual, pessoas já vivem mergulhadas nela, e tirar o computador (e quaisquer outras coisas que já possuem internet) de uma pessoa dessas é sinônimo de morte. Estamos todos dependentes.
A mídia é, para mim, um monstro que criamos e hoje vemos o que ela se tornou. Todos sabemos o que ela faz e nada podemos fazer para impedir, a princípio. Tarde demais? Talvez. Educamos mal esse monstrinho para ajudar nos desejos (egoístas) do homem, inicialmente, agora ela nos cega, comanda e devora a cada dia.
Tá parei, não consigo raciocinar mais.
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Hã um constantee questionamento nos dias de hoje de onde e quando as crise foram originadas. Na maioria das vezes, a população está tão entretida e com foco de atenção em somente um assunto, que não veem as crises serem originadas em baixo de seus olhos. Na atualidade, o único ponto de atenção do mundo é a crise economica que estamos vivemos. Por outro lado, são pouco que estao cientes da revoluçao da informação que estamos vivendo.
No mundo atual, as midias tradicionais já se tornaram obsoletas a informação já não pertence mais ao grande veículos de comunicação. Ao mesmo tempo, as agencias de comunicação parecem não ter se adaptado a esta realidade. A internet se caracteriza como um meio totalmente mal explorado pelos publicitários, e muitas vezes acaba por desempenhar a função oposta a qual se propõe: acaba por repelir o consumidor e gerar uma imagem negativa da marca.
As empresas de comunicação precisam entender a grandiosidade deste meio, que pode promover uma interatividade em tempo real e atingir um número muito alto de pessoas em todos os lugares do mundo. Porém, enquanto continuarmos a confunfir o papel do comunicador com a do receptor, esta ferramenta poderosa continuará sendo sub utilizada. As agencias devem se prepar, desenvolver e criar o papel da mídia nos tempos atuais. Não podemos deixar a crise bater na porta para começarmos uma mudança. Ela já existe! Não enxerga quem não quer!
okAcredito que a midia deve sim se preocupar com os novos meios de comunicacao. Nao de forma a repudia-la ou lutar contra, mas aprender a se comportar e de se expressar de acordo com as ancias do usuario de web, afinal, e na web que o usuario, telespectador, ouvindo, pessoas, realmente buscam o que querem saber.
Midias velhas? Para mim internet e uma midia velha. O que dizer entao da televisao com seus telejornais teleprompter e maquiagem ou telenovelas com modelos e copacabana? A propria televisao digital, anunciada na mesma como a grande revolucao, ainda e televisao.
A publicidade parece estar trilhando o mesmo rumo, ignorando ou nao se esforcando o suficiente para suprir uma demanda que quer informacao, quer contato com empresas e quer consumir, mas ainda nao sabe bem como quer. Apenas sabe o que nao quer.
Nao e por acaso que as novas midias como Twitter, Joost, Youtube e Args tem feito tanto sucesso.
Portanto, como principal ponto do texto, tem-se o encoragemento por uso de novos meios para comunicar um conteudo relevante para o usario, ou, menos radical, simplesmente fornecer aquilo que pode-se conseguir em um outro site ou rede social.
Estamos num momento que nao sabemos muito bem para aonde olhar. No meio de tantas informacoes que recebemos diariamente, sao poucas que tornam-se relevantes para nossa memoria. E um verdadeiro fogo cruzado. Se tempos atras ja era dificil compreender a mente do consumidor, hoje e quase impossivel prever o proximo passo do consumidor.
As ferramentas publicitarias evoluiram e multiplicaram-se, bem como os consumidores. O mesmo nao gosta de ser incomodado, em meio tantos “olhos” bionicos, ele sente-se invadido (big brother brasil de cada dia…). Gracas estas ferramentas os consumidores aprenderam a ir atras dos produtos, tornaram-se independentes do “bom dia” falso de um vendedor mal-humorado. Talvez por isso eles se sintam melhor fazendo compras no conforto de sua casa a pegar filas nas lojas de um barra shopping recem inaugurado. Entender o consumido e a grande questao: ele nao gosta de ser incomodado.
Muitos podem achar que este e um pessimo momento para a publicidade, mas na minha opiniao este e o melhor momente. E o momento onde acreditar e investir no novo e a grande solucao. As ferramentas 2.0 sao inumeras e o seu uso tambem, desta forma e possivel atingir o consumidor de diferentes maneiras, porem o diferencial sera (sempre foi ) o conteudo.
Augusto Bina Monteiro
Foi descoberta uma ferramenta de homo sapiens: uma pedra esculpida em forma de ponta para caçar. Depois, foi encontrada outra ferramenta de homo sapiens, datada de dez mil anos depois da anterior, exatamente igual, em forma de ponta para caçar. Isso nos mostra que em dez mil anos, os homo sapiens não evoluíram suas ferramentas. Quando traçamos um paralelo para o mundo atual, podemos perceber que em 5 anos, todas as nossas ferrramentas, independente de qual for, mudam completamente. Pode ser uma ferramenta para buscar informações, para trabalhar, para criar, etc.
Isso nos mostra o quanto o mundo moderno está veloz, o quanto as coisas estão mudando em uma velocidade que é impossível de acompanhar. Isso cria uma ilusão e uma sensação de perda, pois parece que nuca ocnsgeuimos consumir tudo que gostaríamos.
Além disso, cria desavenças múltiplas. Pois cada pessoa observa esta evolução tecnológica de maneira pessoal e tenta fazer suas previsões. O que muitas vezes pode divergir de outras, gerando discussões como a do Fábio Fernandes e a do Nizan Guanaes, e mais, criando uma insegurança generalizada a respeito do futuro da comunicação, das ferramentas tecnológicas e mais especificamente da nossa profissão de publicitários.
PS: O COMENTARIO ALI DE CIMA E DE ROMULO FRAZAO
O texto "Porque a midia deve se preocupar?" traz inumeras ideias acerca das mudanças profundas que a internet (especialmente a web 2.0) estå ocasionando na mîdia e na sociedade como um todo. Sendo ela também um meio de comunicaçao, porém aberto a todos e qualquer tipo de publicaçao, a abundancia de informaçao esta transformando profundamente a questao de acesso a informaçao, antes dominada exclusivamente pela midia de massa como radio, TV, etc. Hoje, a informaçao estå aberta para quem se interessar na internet e isso promete uma profunda transformacao dos tempos em que vivemos em diante.
Isto tambem traz repercussoes na propaganda. Este novo contexto, esta 'revoluçao' na maneira de propagaçao da informaçao faz com que as empresas estejam expostas para que todos possam comentå-las, seja para o bem ou para o mal, e mostra que hoje, os principais veiculos para propagar produtos e serviços sao as proprias ferramentas da web 2.0 (orkut, twitter, facebook, myspace, entre outros) que sao espacos de dissemunacao e de formacao de opiniao. Nao atraves de anuncios publicitarios, mas sim atraves de pessoas comunicando a pessoas. Todas essas mudanças terå (e jå estao tendo) produndos reflexos na sociedade contemporanea.
Carolina Garcia
Nas 4 partes do texto de Luli Radfahrer o centro da atenção são as Revoluções.
Revoluções sociais, revolução na forma como a informação é encarada e levada ao público, revolução na produção e disseminação da informação e de como isso acaba influenciando o comportamento, o pensamento e a percepção do novo cidadão dos tempos atuais. De como as mudanças que estão sendo propiciadas pela internet e pelo consumer generated midia vão influenciar na economia e nas atividades relacionadas a comunicação social e de como a mídia de massa passará a perder espaço devido a falta de pertinência e seu caráter invasivo. Hoje o conhecimento e a informação estão a um clique de distância, a internet dá ao seu usuário a possibilidade de saber a outra verdade, ao contrário da mídia de massa que passa a sua versão sem que possamos ter direito ao contraditório. O poder está migrando das grandes corporações tanto públicas quanto privadas, para as pessoas. A internet é uma ferramenta democratica e que dá a audiência a possibilidade de escolher a sua própria progamação a cada clique, num piscar de olhos. Justamente por isso que o modelo comercial ideal a ser usado na internet ainda não existe, já foram tentadas várias formas, banners, pop –up´s mas foram apenas re- edições em forma digital de velhas fórmulas. A palavra chave para a internet é a mesma para qualquer outra mídia, PERTINÊNCIA. Saber com quem está falando se o que está falando é pertinente para a audiência. Com a democratização da informação pela internet, muitas vezes a informação vira desinformação. O número de Blogs e wikis cresce exponencialmente mas a credibilidade é uma qualidade de poucos. Mas como o próprio autor defende, como o conteúdo dessas ferramentas ainda é um pouco imaturo, isso mesmo pode acabar se tornando uma oportunidade, para quem pessoas entrem nesse mundo virtual e façam a diferença.
A quantidade de informação é tanta que se deve começar a procurar outras maneiras de transmiti-la, pois tudo que encontramos agora não possui nada de diferente ou interessante, no fim é tudo mesmice, mas ao mesmo tempo a internet ainda continua sendo uma grande novidade não sendo totalmente utilizada tanto pelos anunciantes como pelos internautas. O autor também chama atenção ao falar das formas com que os anunciantes tentam chamar a atenção destes consumidores produzindo não a curiosidade e o prazer nos internautas, e sim gerando nos sentimentos de que estão sendo forçados a clicar em banners e a ver sites que aparecem em frente a seus olhos sem sua permissão fazendo com que percam seu tempo, hoje em dia precioso.
Como o autor diz há outras maneiras para chamar a atenção destes consumidores, “São tantas as possibilidades que nem sei por onde começar. Nenhuma delas afasta os consumidores. Além de serem simpáticas, essas ações mostram a importância do produto comercializado e chamam a atenção para ele. É comunicação orientada a valor, uma prática que pode ser reproduzida em qualquer indústria”. Para finalizar, Luli deixa a discussão em aberto reforçando tudo que foi dito e que “ainda há espaço para entrar e fazer a diferença”, nas mídias sociais, que como ele, muitos dizem que são amadoras e de certa forma ruins por ainda não terem achado o caminho certo para a perfeição.
O atual momento em que vivemos, de inquietudes e incertezas, tem sua origem nas transições rápidas e profundas na maneira de nos comunicarmos. Com a evolução da tecnologia, que possibilita acesso rápido e fácil à internet, os problemas passam a ser compartilhados e respondidos, os conteúdos/informações difundidos por todos, tudo parece mais próximo, enfim, é imensurável a proporção que a Comunicação Digital pode tomar num futuro não tão distante no cotidiano das pessoas.
As empresas/marcas que não abrirem os olhos para este fato, principalmente às emergentes redes sociais, que proporcionam interação e identificação entre os públicos, e, principalmente, influência no poder de compra, ficarão para trás. Pois, as oportunidades de comunicação eficaz estão, principalmente, no relacionamento espontâneo e na liberdade de expressão. A publicidade online precisa entender isto e ser ainda mais criativa, para se sobressair em meio a tanto conteúdo inútil e não apenas saber, mas conhecer quem realmente tem interesse em ouvir.
Estratégias mercadológicas neste ambiente são inúmeras e este é um momento para entender o poder da Comunicação Digital, sabendo ousar.
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