O trabalho consiste em realizar uma desk research para um cliente fictício (de preferência, uma empresa que exista mesmo) em busca de uma nova tendência ou mercado de nicho para seus produtos.
Cada aluno da manhã e cada grupo da noite deverão entregar um relatório de duas a três páginas e apresentar os resultados para a turma usando algum tipo de material de apoio (slides, resumos impressos, vídeo, qualquer coisa).
Turma da manhã: apresentação dia 30 de outubro
Turma da noite: apresentação dia 7 de novembro (grupos de até 4 pessoas, relatórios com 4 páginas ou mais)
Os relatórios devem ser entregues no mesmo dia da apresentação. Atrasos não serão tolerados.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Ferramentas de publicação na Web
Alguns alunos têm perguntado sobre ferramentas para usar a Web de maneira eficiente. Sugiro lerem a apostila que preparei para um curso no 20º SET, em 2007:
http://trasel.org/set/
Especialmente, claro, a seção 3.
http://trasel.org/set/
Especialmente, claro, a seção 3.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A metrópole social
Saiu o livro desse ano da Go Viral. O tema é a explosão da "mídia social" (YouTubes, blogs e MySpaces da vida), que eles comparam com o crescimento desordenado de grandes cidades do mundo subdesenvolvido - pensem nas favelas.
Como escrever bem
A jornalista evangélica Rosana Salabai escreveu um artigo com 11 dicas para escrever um artigo. Saber escrever bem é essencial na Comunicação Digital, onde o que mais importa é o conteúdo. Reproduzo abaixo na íntegra, até porque ler no site está meio ruim:
1. A primeira coisa que você deve definir é seu público alvo. Com exceção aos grandes clássicos da literatura mundial, posso afirmar sem medo que livros escritos para todos acabam por não serem lidos por ninguém. Com artigos, é a mesma coisa. Não dá para escrever algo que alcance com o mesmo êxito crianças, jovens e adultos, intelectuais e leitores esporádicos. Para cada público, será diferente – ainda que o assunto seja o mesmo. Além disso, definir seu público antes de escrever facilita a composição do texto, a escolha do vocabulário e a abordagem do assunto.
2. Escolhido o público, identifique-se com ele. Coloque-se no lugar do seu leitor e escreva especialmente para ele. Não se coloque acima nem abaixo dele, não queira se demonstrar um super-herói nem um fracassado. Inclua experiências de sua vida no texto – elas o tornam mais atrativo e agradável – e procure ilustrações ou referências para enriquecer o material.
3. Trate seu leitor com respeito: não o considere um “perito” no assunto ao ponto de usar apenas termos técnicos e de difícil compreensão mas também não o trate como incapaz. Tenha como alvo que ao final da leitura o leitor deverá estar, no mínimo, tão informado quanto você a respeito daquele assunto.
4. Releia seu artigo no mínimo cinco vezes, em momentos diferentes, e reescreva o que achar necessário.
5. Comece o artigo de forma “leve”. O primeiro parágrafo é aquele que faz o leitor se interessar ou não pela continuação da leitura. Você pode torna-lo mais agradável ao expor ali alguma história, ou, em caso de um texto muito técnico, se mostrar ali onde pretende chegar e o que irá abordar (para isso, responda nessas primeiras linhas a perguntas como “quando”, “como”, “porquê” e “para que”).
6. Se preciso, deixe o título por último. Isso porque é mais fácil você se concentrar numa idéia, numa proposta, num assunto – o que é mais abrangente - e, depois de pronto artigo, escolher o nome da obra de acordo com o rumo que ela seguiu.
7. Sempre que sentir uma “inspiração”, escreva! Seus rascunhos podem ser preciosos a curto ou longo prazo.
8. Se você quer convencer alguém de alguma coisa, o melhor é deixá-lo chegar à conclusão sozinho, em vez de você impor a sua. Tive um professor que dizia que se o leitor chegar à mesma conclusão que você, nasce ali um aliado; mas se você apresentar a sua conclusão antecipadamente, terá um desconfiado. Então, o segredo é colocar os dados, formular a pergunta que o leitor deve responder, dar alguns argumentos importantes e parar por aí.
9. Uma outra dica é reescrever o texto pela metade do inicial. Ou seja, se o seu primeiro artigo ocupou quatro páginas, reescreva-o em apenas duas, sem deixar que o conteúdo se perca. Parece impossível, mas não é. Ao fazer isso, você exclui frases inúteis, produz outras mais curtas e troca termos complicados por palavras comuns, mais claras. Esse exercício é fundamental para que você consiga ser direto em seu artigo sem perder o poder de argumentar e a relevância do conteúdo. Experimente!
10. Se você é pastor ou líder de ministério e quer escrever especificamente para o público evangélico, pode lançar mão do chamado “crentês”, aquele vocabulário que só mesmo nós, crentes, conhecemos. Mas faça a si mesmo o desafio, nem que seja de vez em quando, de escrever textos que possam ser lidos e entendidos por aqueles que não estão nas igrejas. Esse exercício também pode lhe ajudar a escrever de forma mais exata e consistente, além é claro, de expandir seu vocabulário.
11. Se você não domina o assunto a que se propõe escrever, pesquise. É melhor gastar alguns minutos se informando do que escrever besteira. Ao mesmo tempo, não faça da sua falta de informação um empecilho. Você não precisa ser um professor naquela área para passar algo relevante aos leitores. Basta querer!
1. A primeira coisa que você deve definir é seu público alvo. Com exceção aos grandes clássicos da literatura mundial, posso afirmar sem medo que livros escritos para todos acabam por não serem lidos por ninguém. Com artigos, é a mesma coisa. Não dá para escrever algo que alcance com o mesmo êxito crianças, jovens e adultos, intelectuais e leitores esporádicos. Para cada público, será diferente – ainda que o assunto seja o mesmo. Além disso, definir seu público antes de escrever facilita a composição do texto, a escolha do vocabulário e a abordagem do assunto.
2. Escolhido o público, identifique-se com ele. Coloque-se no lugar do seu leitor e escreva especialmente para ele. Não se coloque acima nem abaixo dele, não queira se demonstrar um super-herói nem um fracassado. Inclua experiências de sua vida no texto – elas o tornam mais atrativo e agradável – e procure ilustrações ou referências para enriquecer o material.
3. Trate seu leitor com respeito: não o considere um “perito” no assunto ao ponto de usar apenas termos técnicos e de difícil compreensão mas também não o trate como incapaz. Tenha como alvo que ao final da leitura o leitor deverá estar, no mínimo, tão informado quanto você a respeito daquele assunto.
4. Releia seu artigo no mínimo cinco vezes, em momentos diferentes, e reescreva o que achar necessário.
5. Comece o artigo de forma “leve”. O primeiro parágrafo é aquele que faz o leitor se interessar ou não pela continuação da leitura. Você pode torna-lo mais agradável ao expor ali alguma história, ou, em caso de um texto muito técnico, se mostrar ali onde pretende chegar e o que irá abordar (para isso, responda nessas primeiras linhas a perguntas como “quando”, “como”, “porquê” e “para que”).
6. Se preciso, deixe o título por último. Isso porque é mais fácil você se concentrar numa idéia, numa proposta, num assunto – o que é mais abrangente - e, depois de pronto artigo, escolher o nome da obra de acordo com o rumo que ela seguiu.
7. Sempre que sentir uma “inspiração”, escreva! Seus rascunhos podem ser preciosos a curto ou longo prazo.
8. Se você quer convencer alguém de alguma coisa, o melhor é deixá-lo chegar à conclusão sozinho, em vez de você impor a sua. Tive um professor que dizia que se o leitor chegar à mesma conclusão que você, nasce ali um aliado; mas se você apresentar a sua conclusão antecipadamente, terá um desconfiado. Então, o segredo é colocar os dados, formular a pergunta que o leitor deve responder, dar alguns argumentos importantes e parar por aí.
9. Uma outra dica é reescrever o texto pela metade do inicial. Ou seja, se o seu primeiro artigo ocupou quatro páginas, reescreva-o em apenas duas, sem deixar que o conteúdo se perca. Parece impossível, mas não é. Ao fazer isso, você exclui frases inúteis, produz outras mais curtas e troca termos complicados por palavras comuns, mais claras. Esse exercício é fundamental para que você consiga ser direto em seu artigo sem perder o poder de argumentar e a relevância do conteúdo. Experimente!
10. Se você é pastor ou líder de ministério e quer escrever especificamente para o público evangélico, pode lançar mão do chamado “crentês”, aquele vocabulário que só mesmo nós, crentes, conhecemos. Mas faça a si mesmo o desafio, nem que seja de vez em quando, de escrever textos que possam ser lidos e entendidos por aqueles que não estão nas igrejas. Esse exercício também pode lhe ajudar a escrever de forma mais exata e consistente, além é claro, de expandir seu vocabulário.
11. Se você não domina o assunto a que se propõe escrever, pesquise. É melhor gastar alguns minutos se informando do que escrever besteira. Ao mesmo tempo, não faça da sua falta de informação um empecilho. Você não precisa ser um professor naquela área para passar algo relevante aos leitores. Basta querer!
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
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